Quantas normas e nomes tenho de guardar, quantos gestos incompletos tenho de incenar...
Não sou um rótulo, sou sujo, sou verme... me colocam tantas suposições , e “morro” , como tenho de ser tão perecível.
O dia se faz novo, nem tão bonito, ou melancólico como ontem...mas renasce e os fardos de ontem já estão mais leves.
Nada faço pelo eterno...
Porque escrevo aqui.? Pelo mesmo motivo que me mata com coca-cola no boteco da esquina.

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